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terça-feira, 17 de dezembro de 2024

🔥Queima pública de exemplares do Talmude em 1242 por Luís IX (A Firmeza de um Rei Santo)

São Luís IX, também conhecido como Luís IX da França, foi um rei profundamente devoto e um monarca influente na história francesa. Governando de 1226 até sua morte em 1270, ele foi um exemplo de soberano cujo principal objetivo era a manutenção da ordem social sob o Reinado de Cristo. Ele foi canonizado pela Igreja Católica em 1297, não apenas por sua piedade pessoal, mas por suas ações vigorosas para reforçar a fé católica e combater o que considerava heresias e blasfêmias que ameaçavam a estrutura da sociedade cristã.

⚔️ A Defesa Contra o Naturalismo Talmúdico

Um dos eventos mais notáveis de seu reinado foi a queima pública de exemplares do Talmude em 1242. Agindo como um verdadeiro representante temporal de Cristo Rei, Luís IX ordenou que todos os exemplares do Talmude, o texto central do judaísmo rabínico pós-bíblico, fossem confiscados e queimados em frente à Catedral de Notre-Dame, em Paris. Essa medida não foi um ato de ódio racial, mas sim uma defesa teológica e política da ordem sobrenatural. Havia a clareza de que o Talmude continha blasfêmias atrozes contra Nosso Senhor Jesus Cristo e Sua Santíssima Mãe, e, além disso, promovia uma moralidade que era uma ameaça direta à fé católica e à harmonia social entre cristãos e judeus. O Talmude, ao codificar a rejeição do Messias e exaltar um nacionalismo exclusivista, representa uma forma organizada de Naturalismo que mina a própria base da civilização cristã. (Fahey, 1953, p. 84-86).

É crucial entender que, para a mentalidade talmúdica, a raça judaica constitui a humanidade, enquanto os não-judeus são considerados de natureza puramente animal, sem direitos. As leis morais, como os Dez Mandamentos, aplicam-se exclusivamente entre judeus. Em relação aos Goim (não-judeus), tudo é permitido: roubo, fraude, perjúrio e até assassinato. Essa deformação sistemática da ordem divina, que coloca a nação judaica acima de todas as outras e em oposição direta ao Corpo Místico de Cristo, é o que São Luís IX combateu. (Fahey, 1953, p. 86).

🛡️ A Proteção da Ordem Social Cristã

Ao destruir esses textos, o rei não visava atacar as pessoas, mas sim o sistema de pensamento desordenado que elas eram ensinadas a seguir. Ele estava protegendo a pureza da fé cristã e promovendo a unidade religiosa em seu reino, compreendendo que a paz social só pode existir quando a sociedade está alinhada com o plano divino. Permitir a disseminação de uma doutrina que nega a divindade de Cristo e que prega o desprezo pelos cristãos seria uma traição ao seu dever como monarca católico.

A ação de São Luís IX reflete a sabedoria perene da Igreja, que sempre buscou proteger os fiéis da contaminação do Naturalismo judaico, ao mesmo tempo em que condenava a violência injusta contra as pessoas. Os Papas, ao longo dos séculos, repetidamente alertaram sobre o perigo do Talmude, que, com seu cinismo e calúnias, impede a conversão dos judeus e semeia a desordem social. (Fahey, 1953, p. 88-89).

Portanto, a queima do Talmude não foi um ato de intolerância cega, mas uma medida prudente e necessária de um rei santo para salvaguardar a ordem sobrenatural e o bem comum de seu povo contra uma ideologia organizada que se opõe fundamentalmente ao Reinado de Cristo.

📚 Referências

Fahey, Denis. The Kingship of Christ and The Conversion of the Jewish Nation. Dublin: Regina Publications, 1953.
Le Goff, Jacques. São Luís.

segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Os judeus não são mais o povo escolhido de Deus - Heresia

O Arcebispo de Sydney, Anthony Fisher, afirmou que é heresia dizer que os judeus não são mais o povo escolhido de Deus. Fisher fez essa declaração durante uma palestra na Grande Sinagoga de Sydney, em memória do rabino Raymond Apple. A posição de Fisher contradiz a doutrina católica tradicional, que ensina que o Novo Testamento substituiu o Antigo Testamento e que os cristãos são agora o povo escolhido de Deus. O texto também critica a abordagem ecumênica do Vaticano II e alega que o judaísmo atual é uma distorção da religião do Antigo Testamento.

O judaísmo atual é uma distorção do que foi a verdadeira religião do Antigo Testamento. O judaísmo moderno, influenciado pelo Talmude e pela Cabala, é uma forma apóstata do judaísmo original, que foi substituído pelo Novo Testamento com a vinda de Jesus Cristo.

O Arcebispo Anthony Fisher esteve envolvido em outras controvérsias. Recentemente, ele afirmou que o Sínodo sobre a Sinodalidade não pode "reinventar a fé católica" ou "ensinar um catolicismo diferente em diferentes países". Ele expressou preocupações sobre a possibilidade de que as conferências episcopais nacionais possam decidir sobre questões como a ordenação de mulheres ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo de maneira independente, o que ele considera inaceitável.

O Arcebispo Anthony Fisher não é considerado um tradicionalista no sentido estrito. Ele é conhecido por suas posições conservadoras em algumas questões, mas também apoia o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, como evidenciado por sua palestra na Grande Sinagoga de Sydney. Fisher tem uma abordagem equilibrada, buscando manter a tradição católica enquanto se engaja com o mundo moderno e outras religiões. O Arcebispo Anthony Fisher tem uma relação de respeito com o Papa Francisco, mas não é considerado um dos aliados mais próximos do Papa. 

Fonte (1)